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____4.5.3 Rede Colectiva de Tubagens

____4.5.3 Rede Colectiva de Tubagens

4.5.3 REDE COLECTIVA DE TUBAGENS

Para o cálculo das secções usar-se-ão as fórmulas do ponto 4.5.2.

Deverá considerar-se, nas colunas montantes, o seguinte dimensionamento:

• Quando o número de fracções autónomas por piso for igual ou superior a 4, devem existir caixas da

rede colectiva, por exemplo do tipo C, em todos os pisos;

• Quando o número de fracções autónomas por piso for igual ou inferior a 3, não pode existir mais de

1 piso consecutivo sem caixa da rede colectiva.

No caso em que o número de fracções autónomas por piso seja igual ou superior a 8, recomenda-se que as

colunas montantes sejam desdobradas na vertical ou na horizontal, conforme o projectista achar adequado.

Quando as colunas montantes (referidas no ponto 2.3), forem constituídas por tubos, o diâmetro mínimo

destes será de 40 mm. Existirá sempre 1 tubo de reserva, com o mesmo diâmetro calculado para o tubo

principal, em cada uma das colunas montantes. Cada uma das colunas montantes será assim constituída

por 2 tubos de 40mm de diâmetro.

A PAT (Passagem Aérea de Topo) interliga o ATE superior, localizado no ETS e o local de instalação das

antenas, utilizando 2 tubos com o diâmetro mínimo de 40 mm.

As antenas são parte integrante dos sistemas do tipo A, B e FWA.

Das colunas montantes até ao ATI (derivação colectiva), deverão ir 2 condutas. No caso de se utilizarem

tubos estes devem ter os diâmetros que se seguem, segundo o tipo de cabos que encerram:

􀁹 Maior ou igual a 32 mm, para as redes de cabo coaxial e fibra óptica;

􀁹 Maior ou igual a 25 mm, para a rede de cabos de pares de cobre.

O acesso a todas as caixas da rede colectiva deve ser directo e estas devem estar em zonas colectivas do

edifício. Todas as caixas referidas, excepto as dos repartidores gerais, devem ser instaladas de modo a que

o seu topo esteja a uma altura de cerca de 2,5 m, para pés-direitos superiores a 3 m, ou a 0,50 m do tecto,

para pés-direitos inferiores a 3 m.

A localização das caixas nas colunas montantes deve ter em conta a melhor distribuição dos cabos, pelo

que devem ser colocadas de modo a que exista o mínimo de cruzamentos e curvas, nas próprias condutas

das colunas montantes e nas entradas das fracções autónomas.

Existindo caixa de entrada antes do ATE, para a passagem de cabos, toda a tubagem até à caixa de

entrada e desta até ao ATE obedece ao definido no ponto 4.5.5.

O ATE será calculado de acordo com os repartidores gerais a instalar no seu interior. De notar que as

dimensões do ATE poderão tornar insuficiente a maior caixa considerada (C7). Nesse caso poder-se-á

projectar a existência de uma caixa maior ou mais de uma caixa, devidamente interligadas, que no seu

conjunto será o ATE.

O ATE poderá ser um espaço, coincidente com o ETS ou ETI. Recomenda-se para edifícios com 4 ou mais

fracções autónomas, onde existem 2 sistemas de cabos coaxiais, o desdobramento do ATE pelo ETS e pelo

ETI, surgindo assim a figura do ATE superior e ATE inferior.

Quando o projectista decidir pelo uso de calhas ao invés de tubos, deve ter em conta que cada

compartimento da calha equivale a 1 tubo, de secção equivalente.

Optando-se por caixas separadas para alojamento dos diversos RG´s, poderão considerar-se os

dimensionamentos constantes das tabelas seguintes:




NOTA: As caixas anteriormente referidas têm em consideração a possível separação física dos RG-PC e

RG-CC. Para um ATE único, as dimensões terão de ser devidamente ajustadas tendo em conta as

necessidades em termos dos RG a instalar.


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