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____4.3.3 Rede Colectiva de Cabos Coaxias

____4.3.3 Rede Colectiva de Cabos Coaxias

4.3.3 REDE COLECTIVA DE CABOS COAXIAIS

A rede colectiva de cabos coaxiais deve ser constituída como se segue:

• Nos edifícios com 3 ou menos fracções autónomas: constituída, no mínimo, por 1 sistema de cabo

coaxial, adaptado ao NQ2a;

• Nos edifícios com 4 ou mais fracções autónomas: constituída, no mínimo, por 2 sistemas de cabo

coaxial, adaptados ao NQ2a, sendo um deles adequado à recepção e distribuição de sinais de

CATV e o outro aos sinais de MATV (sistemas de recepção e distribuição do tipo A).

O projectista considerará, na rede colectiva, o melhor tipo de distribuição (estrela, cascata, mista, etc.),

adaptado ao tamanho e caracterização do edifício.

Os dois sistemas de cabo coaxial anteriormente considerados, partilham a mesma rede colectiva de

tubagens.

As redes de cabo coaxial do tipo A (MATV), incluem as respectivas antenas e a sua interligação ao RG-CC,

normalmente instalado no ATE do ETS (ATE superior).

As redes de cabo coaxial devem ser constituídas por cabo coaxial flexível dos tipos RG11, RG7, RG6 ou

RG59 e devem ter-se em conta as atenuações típicas referidas na Tabela 10 e na Tabela 11. Podem ser

utilizados cabos coaxiais de características iguais ou superiores.

Os níveis de sinal na entrada do RG-CC deverão estar entre 75 e 100 dBμV, de modo a garantir os níveis

de sinal calculados para as tomadas de cliente, tal como referenciados na Tabela 12. Os operadores das

redes públicas tomarão conhecimento do nível de sinal adequado, a entregar ao edifício.

Os níveis de sinal na entrada do RG-CC são calculados, tomando em consideração as frequências piloto da

tabela seguinte, em função do NQ considerado:



Nos sistemas do tipo A e CATV, utilizam-se dispositivos de derivação apropriados a frequências até 1 GHz.

Nos sistemas do tipo B, utilizam-se dispositivos de derivação apropriados a frequências até 2150 MHz.

Deverão ter-se em conta os valores das atenuações referidas na tabela seguinte, para a distribuição de

sinais até 1 GHz:



No caso da distribuição de sinais de radiodifusão sonora e televisiva do tipo B a distribuição é idêntica,

utilizando-se cabos e dispositivos apropriados a frequências até 2150 MHz. Devem ter-se em conta os

valores das atenuações referidos na tabela seguinte, de modo a garantir os níveis de sinal referidos na

Tabela 12.



NOTA 1: a atenuação varia cerca de 1,8% para uma variação de 10 ºC na temperatura ambiente.

NOTA 2: Em casos específicos pode-se usar o cabo C500 de maior blindagem e menor atenuação, sendo

as atenuações de 0,019 dB/m aos 65 MHz e 0,069 dB/m aos 750 MHz. Neste caso sugere-se o uso de

TAP’S exteriores na coluna montante, evitando-se o uso de adaptadores para fichas “F”.

Para outras frequências a atenuação poderá ser calculada pela fórmula seguinte:

A (fx) = A (f1) x SQR( F1 / Fx )

Sendo:

A(fx) – atenuação que se quer calcular, na frequência desejada ( Fx ), em dB;

A(f1) – atenuação conhecida, numa frequência inferior ( 1) e próxima de , em dB; F Fx

F1 – frequência próxima e inferior a Fx (MHz);

Fx – frequência para a qual se quer calcular a atenuação (MHz).


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