gestão da assiduidade

O IdOnTime é uma aplicação direccionada para o controlo e gestão da assiduidade dos seus recursos humanos, permitindo de uma forma eficaz, verificar os tempos de trabalho e pontualidade dos seus colaboradores.

 

Associado a terminais de leitura de cartão ou biométricos (impressão digital, palma da mão, reconhecimento facial, etc.) permite cruzar as picagens com os horários atribuídos e emitir o resultado da assiduidade de cada colaborador.

À medida que os funcionários vão efectuando as marcações nos relógios de ponto o software vai acumulando esses dados de forma a fornecer uma vasta gama de relatórios que são visíveis dentro do Id Ontime e facilmente exportados para outras aplicações do Windows, como o Word, Excel e aplicações de salários. Estes relatórios ajudam a monitorizar as faltas dos funcionários e a acelerar a preparação das suas remunerações.

O Id Ontime mantém uma base de dados que guarda os registos dos funcionários, dos seus cartões, quantas horas e a que horas se espera que eles trabalhem. Foi desenvolvido de forma a maximizar a eficiência operacional, permitindo uma monitorização e gestão integrada e sistemática de terminais através de uma rede.

Para a recolha das marcações de ponto este software pode utilizar a tecnologia biométrica dos terminais Id Bio, a tecnologia RFID com os terminais Id Prox, ou a tecnologia de cartões de banda magnética com o terminal Id Mag. O desenvolvimento desta aplicação foi efectuado na aplicação C# utilizando a Microsoft.NET Framework, em base de Microsoft SQL Server 2000 nas versões Enterprise, Standard ou Desktop Engine.

Através dos seus diversos menus e interligações entre janelas, o IdOntime permite tornar a gestão da assiduidade de uma instituição, numa tarefa fácil e sem necessidade de um dispêndio de tempo exagerado, por parte das pessoas que operam com este sistema.

A sua estrutura assenta numa plataforma cliente/servidor, permitindo correr o IdOntime em vários computadores em simultâneo e manter toda a informação, centralizada numa base de dados num PC central, normalmente denominado de servidor.

O IdOntime permite ainda a monitorização em tempo real de toda a actividade do sistema e guarda cópia de segurança de todas elas, com o objectivo de futuros estudos ou investigações de intervenções, alterações, etc., efectuadas por pessoas com acesso ao sistema e evitar perdas de informação.

O IdOntime poderá ser iniciado manualmente ou de forma automática, após a introdução de um utilizador e uma palavra-chave e está preparado para o pedido de intervenções de apoio remoto.

IdOntime - Software de Gestão de Assiduidade


Seguro, simples, e actualizado regularmente, o Id Ontime garante-lhe a melhor Gestão de Assiduidade para a sua empresa.

IdOntime - Software de Gestão de Assiduidade


Id Ontime apresenta-se com um interface simplificado e moderno, de rápida compreensão e simples de utilizar.

IdOntime - Software de Gestão de Assiduidade


Com uma grande variedade de opções e totalmente configurável, o Id Ontime é a solução indicada para a sua empresa.

 

Sobre a Biometria

Em poucas palavras, a Biometria (do grego Bios = vida, metron = medida) é o uso de características biológicas em mecanismos de identificação. Dentro dessas características temos a íris (parte “colorida” do olho), a retina (membrana interna do globo ocular), a impressão digital, a voz, o formato do rosto e a impressão da palma da mão e impressão digital. (Há ainda algumas características físicas que poderão ser usadas no futuro, como DNA (Deoxyribonucleic Acid) e odores do corpo.) O uso de características biológicas para identificação prova ser uma ideia viável porque cada pessoa possui traços biométricos diferentes das outras. Por exemplo, não há ninguém com a voz igual, com a mesma impressão digital ou com olhos exactamente idênticos. Até mesmo entre irmãos gémeos muito parecidos há diferenças.

Porquê usar Biometria?

Até aos dias de hoje, uma das formas de identificação mais usadas é a aplicação de senhas, passwords ou pincodes. Por exemplo, o acesso a um site de um banco requer que o utilizador insira o número da sua agência, o número da sua conta e uma senha. Consoante a operação a ser feita, outras senhas podem ser solicitadas. Existe também a possibilidade do uso de cartões com chips ou dispositivos magnéticos que permitem a identificação de um indivíduo através de uma simples leitura. Estes sistemas são maioritariamente utilizados em lugares cuja porta só se abre se o cartão lido tiver privilégios para tal. O grande problema desses métodos é que qualquer pessoa pode conseguir a senha ou o cartão. Por exemplo, um funcionário pode esquecer-se do seu cartão de acessos em cima de uma mesa e ser roubado, garantindo assim o acesso a áreas proibidas a terceiros.

Com a biometria, esse problema deixa de existir ou, pelo menos, a sua frequência e facilidade de execução diminuem. Embora nada impeça os dispositivos de identificação biométrica de serem enganados, é muito difícil copiar uma característica física e, dependendo do que é usado na identificação, a cópia é impossível (como a íris do olho), tendo em consideração a evolução dos algoritmos de reconhecimento utilizados nos dias de hoje.
Existem várias características biológicas que podem ser usadas num processo de identificação. Vejamos as principais:

Impressão digital: o uso de impressão digital é uma das formas de identificação mais comuns. Consiste na captura da formação de sulcos na pele dos dedos e das palmas das mãos de uma pessoa. Esses sulcos possuem determinadas linhas e divisões que diferem de pessoa para pessoa.
Para este tipo de identificação existem, sucintamente, três tipos de tecnologia: óptica, (que faz uso de um feixe de luz para ler a impressão digital;) capacitiva, (que mede a temperatura corporal que sai da impressão;) e ultra-sónica, (que mapeia a impressão digital através de sinais sonoros). Um exemplo de aplicação de identificação por impressão digital consiste no seu uso em torniquetes, onde o utilizador deve colocar o seu dedo num leitor que, ao confirmar a identificação, lhe dará acesso à área pretendida.

Retina: A identificação por retina é um dos métodos mais seguros, pois analisa a formação de vasos sanguíneos no fundo do olho. Para isso, o indivíduo deve olhar para um dispositivo que, através de um feixe de luz de baixa intensidade, é capaz de mapear a retina. A fiabilidade deste método deve-se ao facto da estrutura dos vasos sanguíneos estar relacionada com os sinais vitais da pessoa.

Íris: a identificação por meio da íris é uma forma menos incómoda, dado basear-se na leitura dos anéis coloridos existentes em torno da pupila. Dado que esta combinação forma uma “imagem” muito complexa, a leitura da íris é um formato equivalente ou ainda mais preciso do que a impressão digital. Por não ser necessário o mapeamento profundo do olho, é um método mais rápido do que a identificação por retina.

Palma da mão: Este também é um método bastante usado. Consiste na medição do formato da mão do indivíduo. Para o utilizar, a pessoa deve posicionar a sua mão no dispositivo leitor sempre da mesma maneira, caso contrário as informações de medidas poderão ter diferenças. Por este motivo, os dispositivos leitores contêm pinos que indicam onde cada dedo deve ficar posicionado. é um dos métodos de identificação mais antigos que existe, ainda que não seja tão preciso. Em contrapartida, é um dos meios de identificação mais rápidos, motivo pelo qual sua utilização é ainda comum em lugares com muita movimentação, como universidades, e hospitais por exemplo.

Reconhecimento Facial: neste método a definição dos traços do rosto de uma pessoa é usada como identificação. é um processo que se assemelha em parte com a leitura da geometria das mãos, mas considera o formato do nariz, do queixo, das orelhas, etc; Voz: a identificação por voz funciona através da dicção de uma frase que actua como senha. A contrapartida desta tecnologia é que só pode ser adaptada a locais sem ruído; caso contrário, o barulho ambiente poderá afectar o processo de reconhecimento. Além disso, se o indivíduo estiver rouco ou gripado a sua voz será diferente e poderá também influenciar a validação. Por estes motivos, a identificação por voz ainda é pouco aplicada

U300-C

U300-C


U300-C é um bom exemplo de terminal biométrico compacto, que se conjuga perfeitamente com o software IdOntime, para proporcionar uma Gestão de Assiduidade em perfeita parceria.

IFACE 402

iFace 402


iFace 402 incorpora jà a tecnologia mais avançada de reconhecimento facial, e é compatível com o IdOntime e o IdAccess para garantir a melhor Gestão de Assiduidade e o melhor Controlo de Acessos para a sua empresa.

SCR 100

SCR100


Compacto, minimalista, e com um design moderno, o SCR 100 apresenta-se como uma solução perfeita para sistemas RFID.

 

 

Em Resumo:

 

É importante frisar que todos estes métodos possuem alguns entraves que os fazem necessitar de aperfeiçoamento ou, dependendo do caso, da aplicação de outra solução.
Por exemplo, na identificação por retina, se a pessoa estiver a usar óculos deverá retirá-los; na identificação da geometria da mão, um anel também pode trazer problemas; na identificação por voz, ruídos externos, rouquidão ou até mesmo uma imitação da voz de um indivíduo pode pôr em dúvida o procedimento.

Ainda assim, a Biometria desempenha um papel fundamental na organização das grandes metrópoles quotidianas, e pelo conhecimento geral das suas imperfeições, encontra-se ainda em acelerada evolução, com algoritmos de reconhecimento mais precisos, e hardware que procure inovar nas mais diversas formas de identificação.

 

Mais informação em: http://www.idonic.pt/


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